Você conhece a cena de cor. São seis da tarde, o caderno aberto na mesa, e seu filho olhando para qualquer coisa menos para a folha.
Você explica uma vez, duas, três. Ele se levanta, mexe em tudo, volta, e em cinco minutos já esqueceu o que era para fazer. Aí vem o “eu não consigo”, o choro, e a sua paciência indo embora junto com a tarde.
O foco dele não está quebrado. Está sem treino. E foco se treina igual a qualquer músculo: pouco, todo dia, do jeito certo.